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AmandaG.'s Friends
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Madness of WYC!!
About this event: 4th World Youth Congress - Quebec City 2008
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Today is the second day in the congress and it was really very nice to meet this people from all over the world. We are here right now for few days going around many booths, knowing each other's work, and getting experience from important activist people.
Yesterday we had a meeting (dialogue) with the right honorable governor general of Canada her excellency Michel, it was fabulous to had such daialogue with her. Afterwards, there was a marvelous party where we heard music and songs. We really had lots of fun there!!
At night, and in the Pub we go to dance, some of us have drink and some others get some food but we really spend great time at there.
Edited by:
Ahmed Ragab Al-Kotby
Cesar Carvallo
Sveto Zivkovic
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| August 14, 2008 | 3:19 PM |
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"Aborto e Reencarnação" - Será sempre complicado achar um Ponto Final sobre esse Assunto!!
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Achei um texto que declara (mais ou menos) o que penso sobre essa "encrenca"! E quer saber? Eu ainda acho que se você não quer filhos de maneira alguma, também não pretende adquirir alguma doença é melhor inventar, criar uma forma de fazer sexo sem penetração, sim pois sexo é muito mais do que isso mesmo e nenhum método contraceptivo é 100%, por mais moderno que seja!
Crianças não devem pagar por erros dos adultos!
Por exemplo a pílula do dia seguinte surgiu como EMERGÊNCIA, mas tem gente por aí achando que pode fazer sexo sem responsabilidade e a tal pílula resolve, ela não foi feita pra isso e vem recheada de efeitos colaterais.
A mesma coisa acontece com o Viagra, ele foi feito para melhorar a qualidade de vida de pessoas com problemas sérios na vida sexual. E "meninos" saudáveis usam para aumentar a potência, performance, fica uma coisa extremamente superficial, desagradável e faz mal à saúde! Eu não estou nem um pouco preocupada com isso, triste de quem está!
Acho que vocês precisam parar um pouco para refletir...
Aqui vai o texto do Site Saindo da Matrix:
"O tema "aborto" tem estado em voga na mídia e nos comentários do blog. Como falei na ocasião, não tenho uma opinião formada sobre o assunto, que é muito espinhoso e complexo (porque não envolve apenas a vida da criança, mas a da mãe, a QUALIDADE da vida da criança, da mãe, da família, por extensão da sociedade e do país como um todo). Mas uma dúvida que eu tenho (e que a ciência também tem) é ONDE começa a vida humana??? Eu precisaria saber disso pra ter uma posição mais embasada, pois pra mim, enquanto não houver uma manifestação do espírito humano, eu acho o aborto (até essa etapa) tão criminoso quanto tirar uma rosa ou uma fruta do pé. Afinal, tudo é VIDA, que devemos respeitar, mas que também devemos dispor da maneira mais responsável possível.
Mas mesmo isso não está muito claro na minha cabeça, e eu realmente não quero influenciar ninguém sobre isso, até porque é uma questão puramente pessoal (e Deus me livre passar por uma experiência dessas), mas que, como vivemos em sociedade, com regras, precisa-se chegar a um consenso para efeito de LEIS. Não se pode querer nivelar todo um país tomando por base a NOSSA visão espiritual de mundo, ou cairemos no mesmo erro da Igreja Católica na idade média ou do Talibã no Afeganistão! Tem milhares de mães morrendo em função de abortos clandestinos, e uma parcela da sociedade fica naquela Lei do Talião: "Queria matar o bebê? Morreu! Bem-feito!" e isso pra um país que se diz civilizado? Parece até o jogo do bicho: é "ilegal", mas é tolerado porque a realidade do brasileiro é totalmente diferente das suas leis!!
Eu vejo duas saídas possíveis:
1 - Legalizar até certo estágo da gravidez, com a condição do aborto ser feito com acompanhamento psicológico e, em caso de reincidência, fica com a ficha suja na polícia (ou no SERASA, o que atemoriza mais as pessoas).
2 - Proibir "de verdade", e perseguir realmente as clínicas de aborto, com penas mais duras, inclusive pra mãe que o comete (pena de 1 ano de psicólogo, por exemplo).
Tudo isso com campanhas na TV, MUITA conscientização quanto ao uso de contraceptivos, etc. O governo parece que resolveu acordar e baixou o preço da pílula. Falta uma maior divulgação da camisinha como método pra evitar a gravidez, do uso correto da pílula, enfim, falta conscientização. O resultado disso tudo se vê nas camadas mais pobres. É justo, então, dizer a essa parcela da população "Morreu! bem-feito"? É equivalente a ficar do alto de um castelo de ilusões, julgando os outros sem viver a realidade deles.
Mas vamos ao que interessa. Pra nós, que estudamos esoterismo, é importante saber quando acontece a ligação espiritual com o embrião ou feto, pra podermos avaliar tudo isso do ponto de vista metafísico e tirar nossas próprias conclusões. Me deparei, por "acaso", com o capítulo 13 do livro "Missionários da Luz", escrito por André Luiz e psicografado por Chico Xavier. Ele mostra justamente o processo de ligação do corpo perispiritual ao óvulo! Isso mesmo, segundo o livro, a ligação se dá no momento da fecundação! Duas coisas que eu gostaria de deixar bem claro pra quem ler é que:
1- Esta é a visão do espiritismo. Pode não corresponder à verdade, mas, considerando que veio por Chico Xavier, essa é uma das melhores fontes de informação de toda a doutrina espírita.
2 - Não imaginem que sempre vai ter espíritos "trabalhando" no útero de cada mulher que vai engravidar. O caso descrito é de alguém que fez por merecer um acompanhamento maior por parte de seus amigos com conhecimento para tal. Nascer e morrer é uma coisa natural, mas, da mesma forma que uma mulher pode fazer um parto no meio da floresta ou numa UTI automatizada, existem casos e casos."
Existe uma explicação longa por lá e você pode continuar lendo clicando em:
Saindo da Matrix
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2007/06/aborto_e_reenca.html
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| August 12, 2008 | 1:36 PM |
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PARTICIPAÇÃO NA COMISSÃO PARA EDUCAÇÃO DO PACTO GLOBAL
About this category: Learning & Education
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Nos dias 18, 19 e 10 de junho de 2008 ocorreu em Curitiba o Global Fórum America Latina, evento que teve como objetivo unir empresas, universidades, governo e sociedade civil na busca por um mundo sustentável. Foi um evento de alto nível, reunindo autoridades nacionais e mundiais, onde também participaram alguns empresários juniores.
Uma das atividades do evento foi a primeira Reunião da Comissão de Educação do Comitê Brasileiro do Pacto Global (Global Compact), que contou com a presença dos empresários juniores Paulo Farine (Business Consultoria – UEL), Tiago Mitraud (FEJEPAR) e Mariana Nogueira (FEJEPAR). Na reunião estiveram presentes na várias lideranças, como Norman de Paula Arruda Filho – superintendente da Fundação Getúlio Vargas, Antônio de Araújo Freitas – membro da ANGRAD/AMPAD e do Conselho Nacional de Educação, Raimundo Soares – Fundação Dom Cabral, Sylvya D`Oliveira – Relações Internacionais do Instituto Ethos e Jonas Haertle – Coordenador de Iniciativas Acadêmicas do Pacto Global/ONU.
O Pacto Global é uma iniciativa da ONU surgida em 2000 com o objetivo de juntar empresas, organizações internacionais e a sociedade para fazer a humanidade avançar em dez princípios universais nas áreas social e ambiental, entre eles a educação.
Correspondendo a esta diretriz, diversas autoridades mundiais se reuniram desde então e chegaram ao consenso de que é preciso repensar a formação acadêmica dos futuros executivos. Para isso, propuseram um conjunto de ações para facilitar este processo. Entre estas ações, está a criação de comitês nacionais para que o assunto seja tratado localmente e ações sejam traçadas neste contexto. A reunião que participamos é justamente do comitê brasileiro que trabalhará o princípio da educação.
Inicialmente, Jonas Haertle introduziu os princípios para a educação empresarial responsável, que são os seguintes:
1. Propósito
2. Valores
3. Método
4. Pesquisa
5. Parceria
6. Diálogo
A seguir, houve um debate sobre os principais desafios de uma educação para a sustentabilidade. Percebemos que a empresa júnior é parte da solução de vários problemas que estamos enfrentando nas escolas de negócios atualmente. Estão buscando novos líderes, pessoas motivadas, que promovam mudanças e que sejam empreendedoras. É o que a empresa júnior propõe a seus membros.
Outro desafio é levar para as escolas de negócios debates de temas como responsabilidade social, os princípios do Pacto Global e da sustentabilidade. Percebemos que nós, empresários juniores, podemos ser os pioneiros em nossas universidades e podemos ter a possibilidade de participar ativamente de tais comissões.
Quando pedimos a palavra na reunião e apresentamos o que é a empresa júnior, nossos eventos voltados para o tema e algumas ações sociais em que estamos envolvidos, notamos que todos ficaram muito interessados. Acreditamos, portanto, que possa surgir nesta Comissão uma nova oportunidade para o MEJ, um novo campo a explorar e que poderá trazer bons resultados futuramente.
Buscamos agora o apoio formal do Movimento Empresa Júnior organizado à nossa participação na comissão. Este apoio trará mais força à nossa participação, além de expor e incluir nosso movimento em tão importante iniciativa. Além disso, mais pessoas interessadas podem se juntar às discussões, fortalecendo ainda mais o nome do MEJ nesta iniciativa da sociedade.
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More art!
About this category: Arts & Media
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Yang Liu is a Chinese artist who was raised in Germany.
She uses simple icons to express what she feels are the basic cultural differences between East and West, or more specifically, China (red) and Germnay (blue.) Interesting!
http://www.adbusters.org/magazine/77/east_meets_west.html
I also like this work of hers, the message says "Children are the rhythm of the world"
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Êta Dor que Maltrata!!
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Você sabe me dizer qual o motivo da Dor?
Seja dor física, seja dor da alma, do coração, em algum momento
elas acabam "juntas e misturadas" mesmo
Sim, afinal sabemos que dói, porém não escolhemos a Dor, não de forma consciente
Mas já nascemos gerando dor e um certo incômodo
O Planeta não é pra qualquer um, nem todos sobrevivem
As dores são complexas a contraditórias
Dói se estamos longe, dói quando há saudade,
dói quando se está perto por causa da entrega, do sentimento
que esquenta por dentro,
afinal porquê amamos tanto algo ou alguém?
Coisa rara de acontecer comigo,
mas quando me me vejo interessada
me perco, acho vou morrer de tanto gostar
Dói quando o encanto se vai, mas não deveria ir!
O paraíso dói e o inferno também
Quando chegamos nesse lugar parece que já recebemos
um aviso como se alguém dissesse "aqui dói!"
Porém aprendemos a dor no susto, vivendo, crescendo,
uns aos poucos, outros de uma vez
É justo?
Deve servir para alguma coisa, mas isso só descobrimos depois
Eu gostaria muito de viver sem dor
Alguém já descobriu o caminho?
Não é justo aprender só no final
ou no início de uma outra história!
No fundo eu acredito que não era pra doer
E eu acho que precisamos descobrir uma
maneira intensa de viver, apaixonada sim
mas sem essa Dor, sem o sofrimento.
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COMO O EMPREENDEDOR SE EXPRESSA
About this category: Work & Economics
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Fico admirado com a capacidade de certos escritores exprimirem seus sentimentos, seus sonhos por meio de palavras. Quem de nós nunca se inspirou com um texto de Fernando Pessoa ou Shakespeare? Ou inúmeros outros escritores que fazem arte com as palavras. Além da escrita, há aqueles que nos inspiram pela música. Outros pela dança.
Olha o que Zezé de Camargo escreveu sobre o que é cantar para ele:
"Quando eu nasci, Deus me deu uma sublime missão
Falar o que o povo sente, das coisas do coração
Me fez amigo das rimas, das noites, das madrugadas
Me deu o dom de escrever e essa voz abençoada
Ele me deu o amor das pessoas e desse amor sou submisso
Porque o homem é feito de Sonhos, Ideais e Compromissos
Sou poeta das coisas simples, pois a vida me ensinou
Eu já falei de terra, mato, de bem-te-vi, de beija-flor
Já contei muitas histórias, cotidiano banal
Sou matuto, sou nato, rio em curso natural
Tem gente que não gosta, fala mal do que nem viu
Mas quem critica o que canto, hã, não conhece o Brasil."
Eu gostaria muito de ser como um desses. Queria ser um ótimo escritor, mas não consigo organizar as palavras para expressar meus sonhos de uma forma clara. Muitas vezes, é difícil até por meio de uma conversa. Mas enfim, acredito que há inúmeras maneiras de podermos expressar aquilo que vem de dentro. Admiro, pois, os empreendedores que divulgam seus sonhos por meio da ação.
Da mesma forma que um escritor está com alma e coração para o seu poema e o músico demonstrando seu amor, paixão através de notas e claves, está lá o empreendedor colocando sua essência no empreendimento. É através da ação que ele fala, que ele argumenta e que ele transmite sua visão de mundo.
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The Burma Chronichles
About this category: Arts & Media
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For years, I felt like I was observing the world of graphic novels behind a glass wall. I wanted to like it, I tried to like it, but no matter how shiny the cover, or tempting the drawings, to me the stories never seemed powerful enough to shatter their own two-dimensionality. Then I realized that I don't necessarily have problems with the medium, it's the story that has to be right.
Persepolis is the first story that has made me realize the value of graphic novels as a medium through which to narrate personal journeys and present insights into different cultures. It takes a lot of skill to communicate feelings and thoughts in a wordless manner: through the choice of colour, facial expressions, and through the combination of a myriad other elements which are almost imperceptible and yet so effective in conveying what the author is trying to share with us. I confess I haven't read Persepolis (I watched the movie), but in following the story I realized how clever this medium can be. It can communicate things in a way a book never could, and its visual and audio restrictions make its impact almost more "noble" than a movie's.
And because Persepolis opened my eyes to the richness that exists in the world of graphic novels, I read The Burma Chronichles with even more interest. Suddenly, I found myself devouring the 208-page story in less two days, completely absorbed by stories of everyday life, of the bonds that emerge when one is away from home, on the life of those in the field, and on the comical situations that occur when one is not used to things like the weather, culinary standards and local traditions.
The book was written and drawn by Guy Deslile, a Canadian cartoonist who lives in France. His wife works for Medicines Sans Frontieres (Doctors Without Borders), and because of her job, he has lived in North Korea and Burma for significant periods of time. I loved this book because of the author's sense of humor and his undiscussed ability to reflect on cultures and customs using very few words. There's this vignette about how humidity can make the ink smudge that I will never forget. That, for me, was an epiphany. And also proof that intercultural dialogue knows no barriers.
Check out his stuff!
http://www.drawnandquarterly.com/shopCatalogLong.php?st=art&art=a41e32dcb62910
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O hábito de começar
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Já faz algum tempo que estou me preparando pra começar um blog... ensaio uma coisa aqui, outra ali e no fim acabo deixando pra depois, ou então, espero ter uma idéia melhor, e assim vai. O fato é que se eu não sentasse na frente do pc e digitasse a primeira palavra eu nunca ia começar.
A mesma coisa aconteceu para publicar o meu primeiro artigo para o jornal da faculdade. Ficava reescrevendo e revisando toda hora. Nunca estava perfeito pra mim. E pra falar a verdade, se não tivesse sido publicado estaria revisando ele até hoje.
Pra estudar pra prova é a mesma coisa! Sempre fica para o ultimo dia... E isso me incomoda muito!!!
Por outro lado, observando a história de algumas pessoas que obtiveram sucesso, vejo que há uma característica comum a todas: o hábito de começar!
E ai vão algumas orientações que, de certa forma, têm feito sentido pra mim:
• não precisa esperar que tudo seja perfeito;
• as idéias só têm valor depois de serem executadas;
• quanto mais tempo você demora pra colocar alguma idéia em pratica mais ela vai se enfraquecendo e você acaba se desmotivando;
• quando você parte logo para a ação, você estimula o desenvolvimento de novas idéias durante o processo;
• A inspiração não vem do nada. Em vez de esperar que ela apareça, é melhor ser pró-ativo e buscar mecanismos que ativem a criatividade. Por exemplo, se precisa escrever um artigo, force-se a escrever qualquer coisa, utilize a técnica de “brainstorming”, leia sobre o que você quer escrever, sobre histórias de outras pessoas, sobre fatos interessantes, troque idéias e pergunte. A ação estimula o fluxo de idéias e cria inspiração.
• Quando você começa a agir o medo desaparece. Já aconteceu de você ficar esperando para fazer um discurso e ficar com aquele frio na barriga? Daí quando você começa o medo logo desaparece.
Abaixo segue o texto que eu escrevi. Achei legal lê-lo novamente. Tive até vontade de fazer algumas modificações gramaticais, mas vou deixar assim mesmo porque ele representa um momento importante pra mim, cheio de dúvidas, conflitos e vontade de começar logo sem saber por onde. Ele não está perfeito e nem completo, mas foi o início! Refere-se a um período de crise, que me fez refletir muito sobre o meu papel, sobre quem sou eu, e que de certa forma, foi decisivo para o que eu sou hoje. Ainda continuo com dúvidas (mais até do que antes), há períodos de crise – são os que eu mais cresço – só que as coisas estão mais claras, as idéias estão mais maduras, enfim houve progresso!
Este blog será sobre isso. As minhas dúvidas, constatações, experiências...O tema? Ah, vai variar um pouquinho. Mas estará ligado a empreendedorismo... e suas relações com o desenvolvimento da sociedade, sustentabilidade, solução dos problemas que enfrentamos atualmente. E falando em problemas atuais, como eles são? Simples ou complexos? Quem são os atores que irão buscar soluções para esses problemas? Como farão isso? Quem já está fazendo? Isso vai longe!!!
Em meio a inúmeras incertezas há duas coisas certas: 1) Precisa-se de mudanças. 2) eu serei um dos atores. Agora o resto a gente vai descobrindo...
QUERER E FAZER
Nunca tive coragem de fazer uma publicação embora sempre quisesse. Mas não foi por falta de vontade. Foi, talvez, por medo de escrever errado ou por falta de não saber por onde começar. Além de um artigo no jornal, tenho outros planos e projetos que pretendo realizar o mais rápido possível.
Pois bem, há alguns dias, eu estava conversando com meu pai sobre os planos e projetos pelos quais ficamos horas ou até dias sonhando e imaginando, mas que na hora de colocá-los no papel e “cair”na realidade vemos que faltaram imaginar muitas adversidades e obstáculos para realizá-los. Meu pai sempre teve razão ao dizer que temos que ser perseverantes e acreditar.
Na mesma semana, quando conversávamos, li uma notícia de comemoração do centenário de Victor Civita, fundador da Editora Abril – que publica as revistas: Veja, Superinteressante, Playboy, entre outras. O que me despertou interesse na notícia foi o espírito empreendedor de Victor Civita. Quando fundou a Editora em São Paulo, seus amigos lhe diziam que era absurdo vender revistas modernas para um público analfabeto. “Se o público é analfabeto, então vamos alfabetizá-lo”, argumentava. Fernanda Montenegro dizia que “ele tinha duas das maiores qualidades de um homem: sonhar com projetos grandiosos e ter a capacidade de realizá-los”.
Olhando para nosso cenário, pergunto: quantos Victor Civita têm em nossa instituição de ensino? E entre os comerciantes e empresários?
Vivemos em uma época de mudanças acentuadas. Será que estamos planejando estas mudanças e buscando soluções para eventuais problemas? Gostaria de salientar que esta não é uma missão de governos e executivos. Se quisermos um lugar melhor precisamos agir e nos unir para um objetivo que vai além dos nossos interesses pessoais. Como disse Gandhi: “Nós somos a mudança”.
Sem dúvida, não bastam apenas bons projetos, bons estudos e boas idéias. É preciso capacidade de liderança, organização e competência. Virtudes que muitos têm ou, pelo menos, podem desenvolver.
Pensando assim, questiono qual a causa de termos pouquíssimos projetos sociais em desenvolvimento em nossa instituição. Será pela falta de sonho? Será por medo de errar? Será por não saber por onde começar? Será pela falta de incentivo? Ou será que é simples falta de vontade e consideração pelos outros?
Sei que há uma distancia grande entre querer e fazer, mas sonho com o dia de ver brotar, entre nós, o espírito empreendedor de Victor Civita.
(Abril de 2007)
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E-art: Environmental (or Activist) Art.
About this category: Environment & Urbanization
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Art and I don't always get along. It's hard to find art that really resonates with me, art I can engage with. Most art, notably modern art, is too pedantic and redundant for me. Lately, though, I have stumbled upon an almost invisible yet staunch genre (activist art, or environmental art, if you prefer) that is making me reconsider art's role in society. The discovery of new artists who- consciously or unconsciously- belong to this group is always casual but unfailingly comforting and stimulating. When I first fell in love with Ilkka Haslo’s work it felt like an isolated incidence, but one that quickly made me realize that "e-art"’s future was only just beginning. This feeling was confirmed when I found out about Tim Noble and Sue Webster, and now, well, now I consider myself lucky to have discovered two more artists in less than one summer.
In Paris, I had the chance to see some of the best environmental works from all over the world. The exhibit was called "Les Environnmentales: - 5th Biennale of Contemporary Art "In" and "With" Nature" and it was held at the TECOMAH Campus, Paris' college of environmental studies.
Today, instead, I found out about an exhibit that just ended here in Italy, and that was a collection of Jorg & Lucy Orta's best work over the past five years. Jorg and Lucy are two artists from Argentina and the UK who now live in Paris. Their latest collection revolves around the Antarctic, which is also the name of their exhibit at the Hangar Bicocca in Milan.
Most of the artwork was literally transported from the South Pole to Italy. The exhibit was a multi-layered one, presenting real-life survival equipments (from mobile intervention units and parachutes to medical kits) meant to make us reflect on the vastness of geography and on the symbolism and semantics of global warming. The artists see Antarctica as the last frontier land, a nobody’s land , a clear link between our past and our future. Antarctica, as they rightly point out, is the land where Potential and Threat meet. Clearly, allegory is what accompanies all of their work, as the Antarctic Village (2007), a collection of mutli-colored and multi-national tents, represents the best. The Ortas move from the poetic to the pragmatic with great ease, using materials that present slightly dystopic visions of the future of humankind. Their visual interpretation of global warming follows the theme of their work of the past five years, one that studied the many ways mobility, social relations and sustainability intersect with each other.
For more Orta goodness: http://www.studio-orta.com/
Another casual discovery, found when googling the Ortas, lead me to this blog: We Make Money Not Art. You can ignore all the Chevy ads and skip directly to their Green archive, definitely worth reading. Its pages take us from "Biopiracy: the new Colonialism", to Antarctica with the Ortas again, to the art of Greenwashing, to London, Budapest and more! Add to that links and resources and the you will quickly fall in love with this blog!
http://www.we-make-money-not-art.com/archives/green
Other links:
Ilkka Haslo (in particular, I recommed his Restoration and Museum of Nature series)
http://ilkka.halso.net/
and Tim Noble & Sue Webster
http://thinkorthwim.com/2007/09/21/tim-noble-and-sue-webster/
[Photo credits: Antarctica, Dome Dwelling. c: the artists.]
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"Pantanal" e as Nossas Lembranças tão Vivas!
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Filmar no tempo na Natureza. Deixar que ela possa dar o tom do trabalho, ser guiado pela força da Natureza. Fazer o som do berrante entrar por nossos poros, se instalar de forma tão completa que, mesmo depois de 18 anos, ele continua vibrando lá dentro.
"Pantanal" foi a novela mais linda que vi na vida, é mais que uma novela. Tem alma, uma alma que surge naturalmente, preenche o espaço e também suas cenas marcaram longas férias do final da minha querida infância em Minas Gerais com uma pequena família que foi se perdendo, se quebrando devido às circunstâncias da vida, infelizmente.
Naquela época não existia celular, ipod, câmera digital... nada disso atrapalhou aquele ritmo deliciosamente lento dos acontecimentos. Ao ver "Pantanal" não somos interrompidos por nenhuma propaganda safada, falsa, no meio das falas, das belas imagens, nada de supermercado, cosméticos, coisas que são corriqueiras hoje.
A correria infernal do dia a dia de tantos também não é retratada nesse trabalho. E isso nos atrai ainda mais, afinal você já parou pra pensar porquê todos correm tão desesperadamente? Qual a finalidade? Sabemos que há algo torto, sem nexo, estragado em nosso modo de vida atual e um espetáculo como "Pantanal" nos faz sentir, parar e enxergar.
O que me deixa triste é ver essa disputa pela obra, processos, "quem tem a Posse??", bobagens e discussões ao redor, ver alguns que se consagraram por causa desse trabalho fazendo um certo pouco caso hoje, como quem diz: "Isso é passado, foi importante e pronto, agora não quero falar sobre". Quer dizer que um trabalho te consagra, você conquista o coração de uma galera e depois de um tempo ele não vale mais??Como assim?!
Nessas horas descobrimos quem é quem! E que bom saber que pelo menos uma parte do elenco e o diretor deram declarações decentes, mostrando que o que vale é a obra, a criação única, a grandeza e como foi importante na vida deles e de várias outras pessoas que acompanharam e se emocionaram.
Confesso que meus olhos ardem de emoção e felicidade quando vejo aquelas imagens, os amores que surgem impulsionados por esse nosso Paraíso, com paixão, intensidade, fogo, entrega, sentimento, delicadeza.
A cantoria ao redor da fogueira, à noite, com as estrelas, a lua, ao cair da tarde, os bichos, a verdade, as raízes. Tudo combina!
Estou torcendo para que ela seja reprisada por completo!
E você, o quê sentiu? Sei que ela tem o poder de mexer com a gente, e como!
Primeira abertura de "Pantanal" no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=hfth1z2rHB8
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CIVICUS a caldo
About this event: CIVICUS Youth Assembly 2008 Related to country: United Kingdom About this category: Peace, Conflict & Governance
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Giornata intensa, piena di stimoli e sicuramente arrichente quella di oggi. E’ in iniziata con una sveglia decisamente troppo sul presto (da brava europea continentale mi ero totalmente dimenticata dell’ora di “fuso orario” dell’Inghilterra, e quindi mi sono allegramente lasciata svegliare alle 5.30 del mattino.) E’ proseguita a pieno ritmo con il tragitto verso lo Scottish Exhibition and Conference Centre (SECC), dove Janet Jobson ci ha dato il benvenuto durante la prima sessione plenaria della giornata. Un armata di ragazzi determinati ed entusiasti si sono riuniti nella sala del SECC, cuscino firmato CIVICUS in mano, seduti per terra pronti a divorare ogni stimolo e andettoto che gli veniva presentato. Tra questi ragazzi c’ero anche io, che ho passato il resto della giornata a confrontarmi con sessioni di scambio di prospettive, opinioni ed escercizi di comunicazione incentrati su quattro temi: la poverta’, la salute, il cambiamento climatico e le disuquaglianze.
Durante il corso della prima seduti i ragazzi del mio gruppo, il gruppo verde, hanno parlato di poverta’ usando il metodo “Margolis Wheel”, noto anche come “speed dating.” In pratica, quattro sedie sono disposte in un cerchio, con altre quattro sedie che vanno tutte intorno al primo cerchio. Gruppi di due ragazzi si ritrovano quindi faccia a faccia, la persona seduta nel primo cerchio risponde alle domande della persona seduta nel cerchio esteriore. Ogni quattro minuti ci si sposta giu’ di una sedia, cosi da poter parlare con con piu’ persone possibile. Alla fine, quelli all’interno del cerchio cedono il posto a quelli del cerchio esteriore e il giro si ripete, solo che questa volta chi e’ stato all’interno invece di ripsondere alle domande le deve fare... e quindi ascolatre. E cosi’ facendo ho avuto occasione di parlare dei vari tipi di poverta’ che esistono oggi in Italia con 4 ragazzi, mentre un ragazzo argentino mi ha parlato della poverta’ degli agricoltori del suo paese, cittadini che si vedono strappare sempre piu’ terreni coltivabili dalle piantagioni di soia e che sono in preda ad un sistema di tasse che punisce i cittadini locali e fa rallentare l’economia. Ho chiesto a una ragazza indiana quale pensa sia il problema piu’ importante legato alla poverta’ nel suo paese e mi sono sentita rispondere “la sovrapopolazione”, sopratutto per via del fatto che in India avere figlie femmine e’ considerato un handicap e quindi spesso le famiglie continuano a concepire fino a che non hanno un figlio maschio. Con un ragazzo macedone abbiamo parlato della lotta alla corruzione dei pubblici ufficiali, e con una ragazza africana ho parlato di AIDS. E quando ci hanno chiesto di condividere i nostri pensieri sulla prima sessione di scambio, mi sono ritorvata col microfono in mano a palrare del bisogno di ritagliare spazi in societa’ che non ci limitino ad essere solo cittadini-consumatori, al rifiuto che dovrebbe accompagnare ogni cittadino (giovane ed adulto) di lasciare alle grandi lobby la possibilita’ di ridurre il nostro ruolo in societa’ a un passivo acquisto di una t-shirt per mettere fine alla poverta’.
Durante la pausa caffe, Jared mi e’ venuto a parlare per dirmi che aveva apprezzato il mio intervento e insieme ci siamo messi a parlare di corporate social responsibility e di cittadinznaza attiva. Il che ci ha portato dritti alla seconda sessione, questa volta incentrata sul tema della salute. Qui, abbiamo usato il metodo Open Space Technology, lo stesso che avevo gia’ sperimentanto ad Urbino per parlare (io, Jared, e Chris) del ruolo delle coprorations nel settore della sanita’ pubblica. In particolare, ci siamo chiesti cosa dovremmo pensare di una societa’ che acconsente alla privatizzazione del settore dell'assistenza sanitaria (in particolare, quali valori promuove una societa' del genere?) E, ancora piu’ importante per me, abbiamo discusso di cosa ci lascia accettare il fatto che le case farmaceutiche, che hanno cosi tanto potere su di noi, siano entita’ cosi poco trasparenti e democratiche. Per esempio, perche’ i soldi per una nuova cura vengono investiti solo se la cura stessa puo’ garantire futuri profitti?
Per la terza sessione, invece, abbiamo usato il metodo “teatrale” di interpretazione e scambio di ruoli. Riuniti in gruppi di quattro, uno ad uno abbiamo giocato tutti a fare: l’attivista, l’ostacolo, l’obiettivo finale e il testimone. Usando questo metodo, io e 3 ragazze abbiamo parlato di eguaglianza. Abbiamo discusso del bisogno di rendere i giovani parte dei sistemi decisonali globali, di capire le tensioni che esistono tra “bianchi” e “neri”, tra uomini e donne, tra ricchi e poveri. Cosi’ facendo, abbiamo riflettuto suglli strumenti che possiamo usare in situazioni di conflitto e abbiamo cercato di concentrarci sugli obiettivi, non sugli ostacoli. Durante il corso di questa sessione i facilitatori ci hanno chiesto di ricordare questa frase del Che Guevara: “Siamo noi i realisti. Noi che sognamo l’impossibile.” E cosi’ e’ stato.
A fine giornata siamo finalmente arrivati alla sessione che io personalmente stavo aspettando dalla mattina: il cambiamento climatico. Il modello che abbiamo usato per questa sessione ci ha spinto a pensare al potere- ai tipi diversi di potere positivo (people power, power within ecc.) e ai vari tipi di potere che entrano in gioco in situazioni legate alla politica ambientale. Io e il mio gruppo abbiamo discusso di rifugiati ambientali, e di come ci sia bisogno che vengano riconosciuti come veri e propri rifugiati dalle istituzioni internazioanli.
La giornata l’abbiamo conclusa durante la seconda sessione plenaria- abbiamo parlato dell’importanza della partecipazione, ma di come sia importante condividere il nostro potere, per non abusare dell’aspetto “trendy” della partecipazione. Abbiamo parlato del bisogno impellente di cambiare in modo radicale le nostre societa’, invece di dipendere da soluzioni troppo tecnocratiche. Abbiamo parlato della geografia come fattore che puo’ decidere i destini di intere popolazioni, ora che affrontiamo tre delle piu’ grandi crisi di tutta l’umanita’: la crisi del cibo, del petrolio e del cambiamento climatico. Sicuramente tutto questo e' stato qualcosa a cui pensare nei prossimi giorni e nel corso del nostro cammino verso un mondo dove ci sara' piu' giustizia sociale per tutti.
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"Espetacularização da babaquice” - por Wagner Moura!
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"Há duas semanas, o ator Wagner Moura sofreu uma abordagem da equipe do “Pânico na TV!”, da RedeTV!, que passou dos limites. Foi divulgada uma carta aberta em que o ator critica o que chama de “espetacularização da babaquice”.
Leiam a Carta:
"Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo "que coisa horrível" (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.
" O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice "
O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.
" Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência "
Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.
No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a "cagada" que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?"
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/05/29/_meleca_no_ator_-_leia_artigo_indignado_de_wagner_moura_apos_cagada_de_reporter-546555776.asp
Enfim, essa carta é fantástica, ele disse tudo e muito mais, representando o que muitas pessoas pensam, Obrigada Wagner Moura!!!!
E viva os seres de bom senso, caráter, personalidade, humildes, os que, apesar de tudo, ainda acreditam no ser humano, em um mundo melhor em todos os sentidos!
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"Desastre anunciado - Projeto de lei pode significar, no prazo de algumas décadas, o fim da Floresta Amazônica" Por Eduardo Araia - Abaixo Assinado Greenpeace - Participe!!
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"Os ecologistas o chamam de “Projeto Floresta Zero”: se for implantado, poderá simplesmente, no giro de algumas décadas, acabar com o verde da Amazônia. Trata-se de um projeto de lei (PL) que já passou no Senado e está em tramitação na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados. Esse projeto muda substancialmente a porcentagem de autorização para derrubada de vegetação nativa em propriedades privadas na Amazônia. De autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e modificado na Comissão de Agricultura pelo relator, deputado Homero Pereira (PR-MT), o PL 6424/2005 permite que até 50% da vegetação nativa seja colocada abaixo, em vez dos 20% atuais. O prejuízo ambiental não se limita a isso: pelo projeto, ficam legalizados todos os desmatamentos que, nos últimos 40 anos, destruíram as matas originais de cerca de 700 mil quilômetros quadrados (área equivalente à de quase três Estados de São Paulo) da região. E, como brinde, os responsáveis pelas derrubadas ficam desobrigados de recuperar dentro do próprio ecossistema o que abateram. Isso permite, por exemplo, que um desmatamento feito no Amazonas seja compensado com o plantio de árvores em São Paulo ou no Paraná, localizados em biomas bem diferentes.
“O PL 6424 se tornou conhecido como ‘Projeto Floresta Zero’, pois estudos demonstram que, caso derrubemos mais de 50% da mata nativa, esta inicia um processo de autodegradação, o que significa que em pouco tempo a Amazônia será uma grande savana”, ressalta Joanna Guinle, militante do Greenpeace, que coordena uma campanha em defesa da Floresta Amazônica e do código florestal brasileiro.
Os ruralistas defendem a proposta, alegando que a lei, se aprovada, vai incentivar a adesão dos fazendeiros à legislação ambiental e, dessa forma, garantir a sobrevivência de metade da biodiversidade amazônica. A verdade, porém, é que, num ecossistema frágil como o amazônico, ninguém sabe quanto de biodiversidade resistiria se 50% dela fosse destruída. A seca de 2005, na qual leitos de lagos amazônicos ficaram à mostra, e ausências localizadas de chuvas, como a ocorrida em Mato Grosso em 2007, já dão pistas do que pode vir após o desmatamento. Conforme a floresta encolhe, diminuem o volume de chuvas e a capacidade de a vegetação reter água. Com isso, a mata fica cada vez mais seca e vulnerável à ação do calor e do fogo.
Um estudo publicado em 2003 por Carlos Nobre e Marcos Oyama, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), considera que, a partir das taxas anuais de derrubada da floresta, em duas décadas 31% da mata estará destruída e 24%, degradada. Com isso, o cenário estará preparado para a transformação da maior parte da Amazônia num imenso cerrado até o final deste século. A aprovação do PL 6424 poderá legalizar essa situação.
As conseqüências desse descalabro ambiental são catastróficas. Uma Amazônia com menos florestas e mais seca representa perdas sérias da biodiversidade local (ainda muito pouco conhecida pela ciência) e impactos danosos sobre índios e outras populações da região. Mas o prejuízo se espalha por muitos outros lugares. As chuvas originárias da Amazônia influenciam na geração de energia, na agricultura e no abastecimento de água nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Por fim, o mundo terá comprometido seu principal “pulmão” no combate ao aquecimento global.
O projeto levou o Greenpeace Brasil, com apoio de outras organizações, entidades e empresas, como o Instituto Socioambiental, a CUT e a UNE, a criar uma campanha em defesa das florestas da região amazônica, intitulada Meia Amazônia Não! No site da campanha (www.meiaamazonianao.org.br), é possível entrar em contato com os deputados da Comissão de Meio Ambiente e assinar uma petição a ser enviada a eles. “A idéia é atribuirmos ao projeto de lei um custo político tão alto que ele seja rejeitado ou entre numa espécie de limbo”, afirma Joanna. Ainda sem uma mobilização nas proporções desejadas, a campanha já reuniu quatro mil assinaturas e a expectativa é de mais 26 mil adesões em breve. Mas o tempo urge: a previsão é que o PL seja votado na Comissão de Meio Ambiente em meados de junho e, se for aprovado, deve passar sem problemas pelas etapas seguintes – inclusive pela sanção presidencial. “Aí, é sentar e chorar, porque vai ser o fim da floresta”, lamenta Joanna."
Fonte: IstoÉ
Assine e Divulgue!!
www.meiaamazonianao.org.br
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Sexo Sagrado - Como Deveria Ser e Acontecer!!
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Eu adoro ler sobre Evolução Humana/ Espiritual, Energia, Física Quântica, Outras Dimensões...tudo que me faça esquecer um pouco de certas coisas desagradáveis que precisamos encarar nesse atual Planeta Terra!
Eu adoraria acordar em um mundo que estivesse seguindo o texto que você vai ler logo abaixo. É o que realmente penso e acredito em relação ao assunto, um dos mais importantes da nossa Vida, quando o verdadeiro amor acontece e, APESAR DE TUDO, ainda tenho Esperança...
Texto retirado do site "Velatropa":
http://www.velatropa.com/yasmin/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=26
1) A sexualidade, tal como tem vindo a ser praticada, vai deixar de existir. Cada membro do par, para experimentar a união total, terá de decidir expressar a energia da Fonte. E, ao decidir assim, entrará num profundo processo de transformação.
2) Dado que a sexualidade é uma forma sagrada de expressão, os corpos devem ser entendidos como a expressão do Espírito. Homens e mulheres vão ter de deixar de funcionar somente através dos genitais, começando por uns simples preliminares mecânicos.
3) A prática sexual deixará de ser «fazer amor» para passar a ser «fusão» – que é a linguagem do Espírito. Sexo é acasalamento. Não é bom nem é mau, apenas tem sido uma necessidade humana.
4) Para experimentarem a fusão cósmica – a prática rica e abrangente da sexualidade -, os amantes devem disponibilizar-se para se transformarem no cadinho onde se renova o processo da Criação.
5) Antes da fusão sexual, os amantes devem fazer silêncio e meditar durante alguns minutos, a fim de convocar a Fonte para o momento e aceitando expressá-la.
6) Os amantes devem esquecer as experiências afectivas já vividas. Assim, devem co-criar a limpeza de todas as suas memórias e condicionamentos relativas ao arquétipo sexual. Tudo o que não corresponder ao grau de vibração da Fonte não poderá continuar a estar presente.
7) Mudar o padrão de relacionamento íntimo implica uma forma distinta de usar a energia sexual. Ambos os amantes devem começar por um exercício de união dos chacras para que as suas vibrações se inter-relacionem harmonicamente.
8) A fusão sexual implica concentração, silêncio e ausência de tabus. Só depois há lugar para a brincadeira e para o diálogo entre os parceiros.
9) O padrão sexual que garantiu a sobrevivência do ser humano até hoje é, agora, o promotor do seu desencanto. A sua recusa de se preparar para expressar a vibração da Fonte – quer na sexualidade, quer em qualquer outra situação -, pode até vir a promover a sua saída do planeta.
10) Não mais uma simples penetração carnal. Em vez dos ardores da paixão, experimentará a intensidade da vibração - algo novo para a maioria. Não se trata de ausência de prazer, mas de um deleite alargado a todas as áreas do corpo.
11) Convém que os amantes se entreguem mutuamente apenas quando tiverem condições, de tempo e apetência, para o fazer. Uma fusão sexual é sempre um acto sagrado, uma doação da energia, a forma possível de viver, na Terra, o poder criativo da Fonte.
http://www.velatropa.com/Index.htm
Se você pensa assim, Seja Bem Vindo, Divulgue, Faça Parte, caso contrário Sinto Muito, mas eu prefiro acreditar que o ser humano caminha para essa Linda Evolução!
até a próxima...
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La Cittadinanza Attiva e il Web 2.0
About this event: IV Meeting Internazionale sulle Politiche Giovanili Related to country: Italy About this category: Culture & Identity
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Riporto qui la versione integrale di un articolo che ho scritto per la rivista giovanile Zai.net a proposito del IV Meeting Internazionale sulle Politiche Giovanili che si e' appena concluso.
"La cittadinanza attiva e’ per tutti, sopratutto per i giovani."
I giovani fanno parte della societa’ e vivono la realta’ di tutti i giorni come qualsiasi altro adulto. Questo e’ ovvio per noi ragazzi, eppure ne viviamo di difficolta’. Spesso per farci ascoltare o per toglierci di dosso delle etichette che non ci appartengono dobbiamo faticare parecchio e quando si tratta di farci prendere sul serio dalle autorita’ politiche il discorso si complica ancora di piu’. Ad Urbino, pero’, sono quattro anni che istituzioni aperte di mente e disposte ad ascoltare riuniscono gruppi di giovani come me per partecipare a un meeting di livello internazionale sulle politiche giovanili. Ogni anno il tema cambia ma tiene conto dei lavori svolti in precedenza e quest’anno il tema era la “cittadinanza attiva”; un’occasione per scambiare idee e opinioni sugli strumenti, i metodi e i linguaggi che portano alla riscoperta e alla salvaguardia della partecipazione, alla condivisione e celebrazione di valori civici. Perche’ questa attenzione? In quanto giovani noi facciamo parte di una classe sociale non protetta, siamo spesso i piu’ vulnerabili di fronte a problemi come la disocupazione e la precarieta’, eppure in quanto gruppo demografico ne abbiamo di forza! In Asia, per esempio, l’eta’ media e’ di 28 anni, il che vuol dire che oltre la meta’ della popolazione del mondo fa parte della nostra stessa fascia demografica. Nei paesi in via di sviluppo, dove vive l’80% del mondo, i giovani costituiscono oltre il 70% della popolazione. E se e’ vero che i numeri fanno la forza, allora e’ ora di far capire al resto del mondo, sopratutto alle autorita’ italiane, che noi non siamo un peso sulla societa’ ma piuttosto una risorsa. In un mondo che diventa sempre piu’ globale ed interconnesso le nostre azioni a livello locale, in Italia, possono avere un grande impatto e su larga scala. Questo vuol dire che se problemi come la fame nel mondo o il cambiamento climatico colpiscono sempre piu’ persone, anche il nostro impegno come cittadini attivi puo’ arrivare lontano ed ispirare altri giovani ad attivarsi e coinvolgersi personalmente in quello in cui credono. Ad Urbino si e’ parlato proprio di questo: in uno spazio accogliente e disponibile, delegazioni di giovani italiani e europei si sono incontrate per parlarsi e confrontarsi sui loro problemi e i loro successi. Attraverso l’uso dell’Open Space Technology, un modello innovativo per stimolare gli scambi (anche interculturali) noi giovani abbiamo discusso delle nostre esigenze, abbiamo fatto piani per il futuro e abbiamo formulato domande e richieste forti che poi abbiamo presentato ai rappresentanti di uffici istituzionali di tutta Italia.
Perché i giovani sono piu’ di una semplice risorsa, spesso sono veri e propri innovatori e stimolatori sociali. Basta pensare alle grande rivoluzioni degli ultimi anni: dai nuovi strumenti dell’ “information technology”, passando per il World Wide Web e arrivando ai software Open Source; in prima linea c’eravamo sempre noi. E oggi questi strumenti, a partire dal cosidetto Web 2.0 (quello che ci permette di scambiare idee e di rendere i media ancora piu’ collaborativi e democratici) sono una vera e propria risorsa per noi che vogliamo attivarci per cambiare le regole del gioco. Io ad Urbino ci sono andata proprio per rappresentare l’organizzazione per la quale lavoro, TakingITGlobal (TIG), che di giovani e tecnologia se ne occupa costantemente. TIG e’ nata sette anni fa da due ragazzi che all’epoca avevano diciasette e dicianove anni e che volevano aiutare i giovani ad entrare a far parte dei processi decisionali globali. Mike e Jen, i due fondatori, in poco tempo hanno creato una comunita’ on-line che attraverso l’uso di strumenti innovativi oggi riceve oltre un milione di “hits” al giorno e che permette a giovani di ogni parte del mondo di saperne di piu’ sui problemi che affligono il pianeta.
TIG aiuta i giovani a scoprire le tante risorse professionali e finanziarie a loro disposizione, ne stimola la crescita personale e il dialgo interculturale attraverso l’uso di un sito che viene usato dai giovani in oltre 200 paesi del mondo e disponibile in 12 lingue, italiano incluso. La tecnologia non deve per forza essere sinonimo di mancanza di ideali ed impiego frivolo del tempo; chi usa il Web 2.0 questo lo sa. Infatti ad Urbino si e’ parlato anche del bisogno vero di un’educazione ai nuovi media e ad un modello educativo e formativo che ci consenta davvero di entrare a far parte della sfera europea ed internazionale. Soprattutto c’è bisogno di far comprendere alle autorita’ locali che i vecchi modelli del fare politica, quelli basati sulle gerarchie, sul potere e sull’oscurantismo, vanno assolutamente riformati. Il Web 2.0 questo ci costringe a farlo, facilitando gli scambi in tempo reale, la meritocrazia e soprattutto la trasparenza. Ora che siamo sempre più collegati tra di noi, per via della crescita dell’Unione Europea e grazie ai nuovi strumenti a nostra disposizione, poter usare la tecnolgia per il sociale non e’ piu’ un’utopia. E’ un luogo di lancio che ci permette di amplificare la nostra voce e di far conoscere la nostra realta’ locale ad altri giovani, italiani e non, per poter finalmente dire “noi ci siamo e siamo pronti ad impegnarci.”
Per saperne di piu' su Zai.net: www.zai.net
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